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EMPREENDEDORISMO NA ENFERMAGEM? A FORMAÇÃO DO ENFERMEIRO CONTRIBUÍ PARA UM PERFIL EMPREENDEDOR?

 

Ser empreendedor significa ter a necessidade de realizar coisas novas, pôr em prática ideias próprias ou já existentes de forma inovadora, assumir riscos. A figura do empreendedor na Enfermagem é nova e ganha nesses novos tempos de tecnologia avançada e altamente mutável um destaque em função da necessidade de gerar novos postos de trabalho, porém grande parte dos enfermeiros ainda compreendem apenas hospitais e unidades básicas de saúde como postos de trabalho.

 

Como ampliar o olhar do enfermeiro para novas possibilidades de trabalho?

O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) das formandas em Enfermagem (2017) Aline Bispo, Aline Sardinha, Andressa Fernandes Cavalini e Poliana Laurindo, intitulado: “Contribuição da formação como subsídio para desenvolver um perfil empreendedor no enfermeiro”, buscou identificar as contribuições da formação do enfermeiro como subsídio para desenvolver uma atitude empreendedora, na perspectiva de enfermeiros empresários, em que 100% desses enfermeiros entrevistados concordam que as primeiras contribuições devem acontecer ainda no Curso de Graduação.

 

O primeiro passo é a autovalorização enquanto enfermeiro, pois é preciso conhecer e valorizar a importância da profissão, bem como sua importância para a sociedade, ou seja, somente depois dessa reflexão, o enfermeiro será capaz de convencer os clientes sobre seu negócio. O estudo mostrou ainda que nessa etapa é indispensável atitudes como autoconfiança, responsabilidade e muita dedicação. Discute-se ainda sobre outras atitudes indispensáveis para ser empreendedor como ter iniciativa, autonomia, motivação, entusiasmo, autoconfiança, criatividade, responsabilidade, raciocínio lógico, versatilidade, determinação, interesse, disponibilidade e compromisso. Todas essas atitudes são apresentadas, discutidas a estimuladas no processo de formação do enfermeiro.

 

Mas, o assunto empreendedorismo precisa ser apresentado de forma ainda mais prática, pois acredita-se firmemente que o despertar dos jovens brasileiros para atitudes empreendedoras só se dará de forma consistente, contínua e relativamente rápida se for utilizado o sistema educacional como meio de divulgação. Tema como Empreendedorismo, deve ser mais explorado, seja através da transversalidade entre disciplinas, seja a partir da introdução desses temas como matéria optativa da grade curricular. Entende-se que a educação empreendedora pode aumentar a qualidade da preparação e o número de jovens inovadores, pró ativos e com iniciativa, tanto para trabalharem em uma organização ou atividade autônoma, quanto para tocarem seu próprio negócio.

 

O momento é de mudanças que favorecem grandes oportunidades. O emprego, no sentido comumente aplicado, tende a se extinguir. O aumento da competitividade obriga o desenvolvimento de um espírito empreendedor preparado para assumir riscos e, na Enfermagem, esse cenário não é diferente. Assim, a universidade, certamente, pode ser vista como o principal ponto de partida, no que diz respeito a disseminação da cultura empreendedora, porque ela é, uma importante fonte formadora de opinião e disseminadora do saber.

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