VOCÊ SABE O QUE SIGNIFICA O EIXO FLEBOSTÁTICO? PARA QUE SERVE?

Fonte: http://www2.unifesp.br/denf/NIEn/hemodinamica/pag/monitorizacaozero.htm

Muitos pacientes críticos exigem uma monitoração hemodinâmica constante, pois é um meio pelo qual os profissionais da saúde podem avaliar o volume e pressão intracardíaca e intravascular a beira leito. Isso auxilia no diagnóstico e terapia de distúrbios cardiovasculares, assim como, ter uma avaliação da resposta à terapia aplicada.


Para este sistema de monitoramento é necessário basicamente a inserção de um cateter venoso central conectado a um sistema eletrônico de monitoramento de pressão. Este cateter, pode ser um cateter venoso central simples, onde sua via distal fica localizada no final da veia cava e início do átrio direito, ou um cateter de artéria pulmonar, em que sua ponta distal fica localizada na artéria pulmonar e a ponta proximal fica localizada no átrio direito, um tipo de cateter mais complexo.


Esse sistema de monitoramento exige uma nivelação até um marco anatômico externo, para que seja zerado até a pressão atmosférica, garantindo assim, uma verificação exata da pressão requerida. Esse marco anatômico é o que chamamos de EIXO FLEBOSTÁTICO.


O eixo flebostático é mais bem descrito como o cruzamento do quarto espaço intercostal com a linha axilar média. Esse ponto de intersecção corresponde com a localização do átrio direito, onde encontra-se a ponta do cateter, para se verificar a PVC, por exemplo. Veja na figura acima.


A localização exata desse ponto de marcação ajuda a enfermagem posicionar corretamente os transdutores eletrônicos de pressão (técnica mais precisa) ou por meio de manômetros ou a coluna líquida (técnica menos precisa para monitoramento da PVC). Como podemos observar na figura abaixo.

Fonte: http://www.hospvirt.org.br/enfermagem/imagens/foto02pvc.jpg


E você, conhecia sobre o eixo flebostático? Já teve a oportunidade de verificar?


Referências:

Morton PG et al. Histórico do paciente: sistema cardiovascular. In: Morton PG, Fontaine DK. Cuidados Críticos de Enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. Cap.17, p. 241-336.


Dias FS et al. Parte II: monitorização hemodinâmica básica e cateter de artéria pulmonar. Revista Brasileira de Terapia Intensiva. 2006; 18(1): 63-77.


Links utilizados:

http://www.hospvirt.org.br/enfermagem/port/utiproced.html

http://www2.unifesp.br/denf/NIEn/hemodinamica/pag/monitorizacaozero.htm



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